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A Rede Social

Publicado: 5 de setembro de 2011 em Sem categoria

Nessa quinta-feira, 08 de setembro, estaremos juntos para mais um cineclub: A Rede Social.

Quinta-feira, 08/09, às 15h, sala 12050F. Faculdade de Educação – UERJ (Maracanã). Esperamos você lá!!

Sinopse: Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores, Mark Zuckerberg se senta em seu computador e acaloradamente começa a trabalhar em uma nova idéia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história… Mas para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais.

(Fonte: Cinepop)

Informações:
Direção: David Fincher
Gênero: Drama
Duração: 124 min.
Distribuidora: Sony Pictures

Publicado: 6 de julho de 2011 em Sem categoria

Qual filme?
Wall-e
A Rede Social
Nell
Frida
Oleo de Lorenzo
Avatar

Bang, Bang! Você morreu

Publicado: 23 de maio de 2011 em Sem categoria

O filme traz para as telas um tema que vem preocupando a sociedade: Bullying. Mas o filme apresenta muito mais que cenas de adolescentes se desrespeitando fisica e moralmente. Ele nos possibilita ver os cotidianos dos corredores da escola e o desconhecimento dos professores diante desse espaço.

Trevor Adams é um aluno encarado pela escola como “aluno problemático” que tem um relacionamento complicado com os pais, professores e colegas de turma. Tudo começou quando o aluno foi vítima de uma brincadeira violenta do time de futebol americano da escola, sendo ele humilhado publicamente, ficou farto daquele tipo de perseguição, e então ameaçou ‘explodir’ o time  da escola. Sua ameaça, seu perfil isolado e ‘esquisito’ foi suficiente para fosse eliminado das relações sociais da comunidade, dentro e fora da escola. Nem mesmo seus pais puderam perceber o que acontecia. Somente o professor de Artes, Sr. Duncan, percebe o que acontece ao redor, pois caminha por onde os alunos caminham. Acreditando nisso, ele busca Trevor e oferece o papel principal de sua peça, mas sua peça tem um enredo sombrio que relata o diálogo de porquês de um adolescente com sua vítimas, a história de um rapaz semelhante ao Trevor que foi até o fim com sua ameaça.

Mas o aluno com uma câmera nas mãos começou a gravar e narrar a vida dos corredores de sua escola, apresentando em imagens e palavras o que se passava. E enquanto interagia com a construção da peça e do seu projeto, ele deu voz ao silêncio em que vivia. Um silêncio que o matava e que mataria outros.

Durante o filme começamos a refletir na invisibilidade e nos preconceitos que ensinamos nas salas, nas vezes que decidimos quem os sujeitos serão antes deles mesmos. Questionamos quem fala e quem escuta e de quantas guerras somos feitos. Nesta película percebemos mais uma vez que precisamos megulhar no cotidiano da escola, perceber que o que importa muitas vezes acontece nos corredores, e o que se passa na sala de aula pode representar pouco para o aluno que algumas vezes não vive, mas sobrevive aquele espaço. Um espaço que pode levá-lo a olhar o mundo e dizer: “Nunca, nunca mais terei perspectiva”. É um grito ao professor: é importante o que acontece aqui, é importante você sentir o mundo.

Veja uma cena do filme no youtube

Informações técnicas:

Bang, Bang! Você morreu

Título Original: Bang, Bang! You’re dead

Ano: 2002

Direção: Guy Ferland

Distribuição: Paramount

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Publicado: 28 de julho de 2010 em Sem categoria

SIMulation ONE – SIMONE” – Neste filme o autor narra a saga de “Viktor Taranky”, personagem protagonizado pelo ator Al Patino, com seu processo de produção de filmes construídos apenas com recursos digitalizados.  Após um processo de decadência artística e de desentendimentos com atores e equipe de produção da grande indústria cinematográfica, a personagem criou uma atriz virtual (SIMONE) a partir de um banco de dados digitalizados que simulando talentos diversos de grandes atrizes, produtores, figurinistas, maquiadores. Após receber de um fã – Harker –  tal banco de dados, a personagem que é um cineasta, não só criou uma atriz e um filme como também criou um mundo de convergências artificiais que polemizaram seu cotidiano tal forma que não se sabia mais qual o limite entre realidade e a ficção, a atualidade e a  virtualidade. Sua ida tornou-se um caos com complicações inclusive com a Justica de seu país. Revoltado com sua criação (SIMONE), que acabou tomando vida própria, Viktor Taranky resolveu cortar o mal pela raiz. Apagou todos os dados de seu computador. Este ato acabou complicando muito mais a sua vida, pois sem os mesmos não tinha como provar sua inocência. Foi sua filha, nativa digital, o salvou recuperando as informações digitalizadas  e provando a inocência do seu pai.

Este filme nos permitiu tencionar sobre as noções de de virtual, atual, real (Pierre Levy), objetos de aprendizagem (Santos, Alves), geração Net (Dom Tapscot), nativos e imigrantes digitais (Baudrillard), leitor imersivo (Santaella) e cibercultura (Levy, Lemos, Santaella), interatividade (Silva), redes e novas educações (Pretto).  Esta narrativa fílmica nos permitiu articular, integrar e problematizar noções fundamentais para nossos estudos sobre cibercultura, educação, docência e tutoria online.

Edméa Santos

O filme foi exibido em nosso cineclub, às 15h, na sala 12.027B, na Faculdade de Educação – UERJ.

Ficha técnica

Título Original: Simone

Gênero: Drama

Tempo: 117min

Distribuidora: New Line Cinema / PlayArte


Link para cenas destacadas:

http://www.youtube.com/watch?v=OoLynWuAKMQ

http://www.youtube.com/watch?v=eBirc9QSRog

O Leitor

Publicado: 19 de junho de 2010 em Cine Internacional

O Leitor” foi adaptado para o cinema pelo roteirista David Hare. O filme conta a história de Michael Berg, um advogado alemão que, nos idos de 1958, mantém um caso com uma mulher mais velha, Hanna Schmitz, até que ela subitamente desaparece de sua vida para ressurgir oito anos mais tarde, no banco dos réus de um tribunal alemão, acusada de ter trabalhado para a SS durante a Segunda Guerra Mundial e de ser uma das responsáveis pela morte de dezenas de judeus em diferentes momentos da guerra. Michael percebe que Hanna guarda um segredo que acredita ser pior que seu passado nazista, um segredo que pode ser crucial para a decisão da corte.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Leitor


O filme foi exibido em nosso cineclub, no dia 22 de junho às 15h, na sala 12.027B, na Faculdade de Educação – UERJ.


Ficha técnica

Título original: The Reader

Gênero: Drama

Tempo: 124min


Para discussão e reflexão o estudo do 1º capítulo do livro de Lúcia Santaella:

Navegar no Ciberespaço: o Perfil Cognitivo do Leitor Imersivo.

Moça com brinco de pérolas

Publicado: 16 de outubro de 2009 em Cine Internacional
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Moça com brinco de pérolas” foi adaptado pela roteirista Olivia Hetreed, do romance best-seller de Tracy Chevalier.
O filme é estrelado por Colin Firth, como Vermeer, Scarlett Johansson como Griet e Tom Wilkinson como Van Rujven e marca a estréia do diretor Peter Webber num longa-metragem. Andy Paterson (Hilary and Jackie, Restoration) e Anand Tucker (diretor de Hilary and Jackie) são produtores de Archer Street e Inside Track. Jimmy de Brabant é co-produtor da Luxembourg’s Delux Productions. MOÇA COM BRINCO DE PÉROLA revela o mistério por trás de uma das mais enigmáticas pinturas do mestre holandês Johannes Vermeer. Griet (Johansson), com apenas dezessete anos, é obrigada a trabalhar como empregada doméstica, depois de uma tragédia familiar. Uma grande intimidade nasce entre o mestre e a serviçal, dando origem a rompimentos e inveja dentro da casa, que ameaçam arruinar a todos.

O filme foi exibido em nosso cineclub, às 15h, na sala 12.027B, na Faculdade de Educação – UERJ.

Nós que aqui estamos por vós esperamos

Publicado: 16 de outubro de 2009 em Cine Brasil

Nós que aqui estamos por vós esperamos” – Neste filme o autor Marcelo Masagão (1999) se inspira em uma das máximas do cineasta Glauber Rocha “uma idéia na cabeça e uma câmera na mão” para criar o longa metragem que conta uma história sobre o século XX a partir de recortes biográficos de personagens que viveram neste século. A narrativa não linear tece uma trama que mostra os principais avanços tecnológicos e científicos e sua relação complexa com os modos e os meios de produção capitalista, pelas práticas de governos ditatoriais, pelos movimentos sociais e culturais no século XX.

O autor apresenta personagens legitimados pela “história oficial” e por praticantes valorizando suas autorias e seus cotidianos, tecendo uma narrativa crítica e com formato de bricolagem. O filme permite que tencionemos a complexa relação entre os seres humanos, seus projetos e suas relações de criação e usos de artefatos tecnológicos variados. Além do seu conteúdo e roteiro, este filme nos chamou atenção pelo seu processo de construção e produção. O autor em vez de usar uma “Idéia na cabeça e uma câmara na mão”, utilizou “Um computador na mesa, muitas imagens digitalizadas e uma rede de idéias e linguagens”. Quase todas as imagens (95%) do filme foram capturadas de bancos de dados digitalizados e de arquivos pessoais de diversas famílias e instituições que autorizaram o uso e edição das mesmas. Assim valorizamos em nosso debate a tese de que o computador é muito mais que uma ferramenta para transmitir e difundir informações digitalizadas. O computador é uma máquina semântica, que permite a autoria de sons, textos, imagens, mixagem, multimídia, leituras e escrituras, narrativas, autorias. Este filme é um exemplo disso. Precisamos nos inspirar e desenvolver em nossas práticas educativas e de pesquisa “atos de currículos” que lancem mão do computador como “instrumento cultural de aprendizagem” (Freitas).

Edméa Santos

O filme foi exibido em nosso cineclub, às 15h, na sala 12.027B, na Faculdade de Educação – UERJ.

Ficha técnica

Título original: Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos

Gêneros: Documentário

Tempo: 73min

Estúdio: Riofilmes